domingo, 10 de abril de 2011

A História da Shimano

Fundada em 1921 por Shozaburo Shimano, a Shimano iniciou a produção de componentes para bicicleta em 1923, quando começou a produzir rodas-livres. A empresa, que mantém a liderança mundial no setor há vários anos, apesar de todo o desenvolvimento tecnológico e empresarial, continua sendo uma empresa familiar. É dirigida por Yoshizo Shimano (filho do fundador e atual presidente do grupo Shimano); e conta com a colaboração de Kozo Shimano (neto do fundador e presidente da Shimano América) - o mais provável sucessor da família. A companhia ainda emprega o irmão de Kozo - Toyoso - e os tios Shozo e Keizo. Três gerações da família reunidas e dedicadas a produzir, segundo os materiais de divulgação da empresa, "componentes que permitam melhor resposta de operação e mais diversão a ciclistas de todos os níveis ".
A fábrica principal da marca está localizada na cidade industrial de Sakai, subúrbio de Osaka e é a responsável pela produção dos componentes topo-de-linha. Possui departamentos de Pesquisa e Desenvolvimento e de Engenharia totalmente computadorizados: sistemas CAD/CAM, simuladores em tela e ferramentaria automatizada para produção de protótipos. A produção conta com uma seção de montagem completamente robotizada e extremamente flexível: pode-se alterar a produção de um produto para outro em questão de minutos. O sistema, criado pela própria Shimano, é modelo para a indústria.



A fábrica 2, localizada na cidade de Yamaguchi, região sul do Japão, fabrica as linhas intermediárias. As linhas populares são produzidas nas fábricas de Singapura e da Malásia. A linha de calçados é produzida por terceiros, na Coréia.
Uma surpresa para os ciclistas: a empresa também fabrica peças forjadas a frio para automóveis Nissan, Subaru e Saturn, e produz uma famosa linha de molinetes de pesca.

Sakai, conhecida hoje no Japão como "a cidade das bicicletas", tem uma história industrial interessante. Sempre ligada à forjaria de metal, a cidade foi, até o século 16, um pólo produtor de espadas Samurai. Após este período, passou, naturalmente, a produzir armas de fogo,até que, lá pelos idos de 1870, iniciou a produção de componentes para bicicletas. A tradição foi se firmando pouco a pouco, e a cidade abriga, já há alguns anos, outras empresas do setor de ciclismo: Tange (tubos e garfos), SunTour (câmbios, freios e pedivelas) e Araya (aros).



Uma das atrações da cidade é, sem dúvida, seu pequeno porém precioso museu de ciclismo, o "Cycle Center" que é mantido pela Shimano e visitado anualmente por milhares de crianças de todo o Japão. Neste museu, os visitantes podem conhecer a evolução da bicicleta através de modelos antigos autênticos. Nos arredores da cidade, a paixão pela bicicleta continua. É lá que se localiza um grande parque público dedicado exclusivamente aos ciclistas. É o Centro Esportivo Ciclístico Kansai, que oferece algumas opções de trilha para os mountain bikers locais.
Ao contrário do que todos supõe, a fábrica da Shimano não é exatamente uma "Disneylândia" para ciclistas. Apesar de ser tecnologicamente avançada e empregar mais de 1.000 funcionários, é um tanto simplória, e até mesmo decepcionante em alguns aspectos. Andar por seus corredores não evidencia, em nenhum momento, que se está andando dentro de uma fábrica de componentes de bicicletas. A área da pista de testes é de uma simplicidade franciscana. Talvez porque boa parte dos funcionários utiliza bicicletas no seu dia-a-dia e acaba servindo como grupo de testes da empresa. De qualquer maneira, de modo formal e técnico ou informal e intuitivo, os funcionários da empresa vão aprendendo como fazer com que a criatividade se transforme em produtos inovadores e todo a linha de produtos uma das melhores da indústria, em todo o mundo.

domingo, 3 de abril de 2011

Passeio Aniversário de Tiça Prota

        
 Saímos do Posto do Curado II às 6:40 hs por que tivemos que esperar o Henrique e o Negão. Chegamos no Marco Zero às 7:20 hs,  e o Dr. João ligou para o Valmir informando que iria se atrasar porque o pneu da bike dele tinha furado.
 
Ele e Teo só vieram chegar por volta das 8hs e logo depois o pneu que tinha sido trocado estourou com a bike parada. Dr. João falou pra que a gente que continuasse com o passeio que tínhamos combinado; ele iria voltar pra casa de Metrô pra pegar a sua outra bike, e depois ligaria para informar aonde iríamos nos encontrar.

Prosseguirmos com o passeio chegamos na salada paramos para saborear e depois seguimos para o GuaraPoint para recuperar a energia com o suco de açaí. O Doutor ligou informando que tinha uma feijoada na casa do amigo Marcelo, que mora bem próximo ao Point. Entre uma garfada e outra saímos da casa de lá pelo meio-dia. Só encontramos o Doutor na Madalena um pouco depois de uma da tarde. Conforme combinado, fomos pra casa de Tiça fazer-lhe uma surpresa, pois era seu aniversário e levamos uma pequena lembrança também. 

Visitamos o Atelier dela sempre com a exposição de seus trabalhos como mandalas, pinturas em telas, camisas e garrafas; mosaicos em parede e também em bancos e mesas, e uma infinidade de objetos antigos que ela usa como decoração. Tomamos uma boa chuveirada (no chuveiro que é apelidado chuveiro do SUS), coisa que casa de bikeiro sempre tem e seguimos de volta pra casa.

Informações:
Tempo de Pedalada: 03:05:00
Tempo do Passeio: 8:00:00
Distancia: 64 km
Veloc. Med: 20,4 km/h
Veloc. Max: 47 km/h

Resenha: Dr. João e Gundo
Fotos: Gundo

domingo, 27 de março de 2011

Passeio Pirapama



Comemoramos em grande estilo o 1º aniversário do AquaBike - com muita água. Fomos conhecer Pirapama e, mais uma vez, não atrasamos. Aos poucos fomos nos encontrando no caminho do posto Pichilau até que todos chegaram na maior vontade de fazer um passeio novo.
Chegamos em Pirapama às 8:30 e conhecemos seu Abelardo, dono de um sítio muito agradável com um chuveirão, muita sombra, piscina, bar e uma mini cascata. Pedindo informações a um cliente, descobrimos que por lá tinha uma cachoeira que ficava no caminho de volta e fomos lá conhecer. Ao sairmos, tivemos a idéia de passar de novo por Gurjaú, já que iríamos passar pela entrada quando a gente tivesse vindo pra casa.
A cachoeira em Pirapama fica bem perto do sítio mas estava com a água bem barrenta - pra conhecer valeu, mas ficamos só de olhar.
Já em Gurjaú, chegamos por volta das 10:30 e fomos direto tomar banho no cano que sai da estação da Compesa. Quem não conhecia, saltou das bikes apressado pra se refrescar numa água limpa e com mais força que da outra vez. Mas ainda tinha o açude lá em cima. Montamos nas magrelas e lá fomos nós na ânsia de tomar outro banho delicioso. Mas, pra nossa decepção, as chuvas da madrugada ou de dias anteriores na área deixaram tudo muito marrom.
A água descia bem forte pelas pedras, provocando até correnteza. Poucos entraram fomos nos refrescar no chuveirinho de um bar que fica mais abaixo daquele local.

Na passagem pelo cano, na volta, descobrimos que a estação faz uma descarga por algumas vezes durante o dia e a água em que tomamos banho uma hora atrás, estava muito barrenta também, voltando a ser cristalina de novo mais tarde. Ficamos com a certeza de quando ir pra lá de novo, consultar a metereologia - com chuva, antes ou no dia da pedalada, não vale a pena tomar banhos. Voltamos pra casa sem quebras, sem pneus furados e com um desgaste bem menor que no sábado. 



21 bikers participaram: Josenildo (guia), Almir, Gil, Gundo, Valmir (Amigão), Reinaldo, Willamys, Max, Negão, Iraquitan, Teo, Célio e João pelo AquaBike.
Convidados: Rogério – Bike Norte, Geison, Magno, Sandro, Zezinho, Alexandre, Lequinho e Del.

Informações:
Tempo pedalando: 3:53:08
Tempo do Passeio: 6:00:00
Distancia: 75 km
Veloc. Med: 19,2 km/h
Veloc. Max: 53 km/h 

sábado, 19 de março de 2011

Passeio Bar da Sardinha



Em primeiro lugar, estamos de parabéns por mais um passeio bem sucedido. A pontualidade foi o ponto máximo da organização - chegamos as 07 hs mesmo. Fomos pra Aldeia num dia de muito calor, céu azul e sem nuvens, coisa que pro sertanejo, não é uma perspectiva de boa colheita, principalmente pro milho, pois hoje, 19/03, é dia de S. José e, pra efeito de registro, foi a primeira vez que o AquaBike fez um passeio "seco", porque não encontramos nenhum lugar com banho durante o percurso.
Chegamos ao posto Dislub (km 9), abastecemos nossas garrafinhas e, pedindo informações, entramos em uma estrada mais a frente (km 12), onde no começo é de barro e mais pra frente já é de asfalto.
 Esta é a "estrada nova" que chamam por lá e que vai acabar na BR 101, nas proximidades do Bariloche. Depois de entrar na placa "Km 7,5", descemos uma grande e gostosa ladeira em que, virando a esquerda no fim, chega-se ao Bar da Sardinha.
 Encontramos outros bikeiros por lá e fomos atendidos pelo dono, S. Biu Mariano, uma figura de simpatia e tranqüilidade. O sol já tava mais forte quando saímos, pois já eram 10:30 mas o calor foi amenizado pela mata em que passamos e só sentimos os efeitos da alta temperatura, quando voltamos pra PE 27, que saímos na entrada da Indaiá.
 A volta teve mais paradas que o normal, pois as garrafinhas secavam rápido. O grupo desgarrou em frente ao posto onde nos encontramos logo cedo (Pe. Cícero) e o pessoal começou a dar notícias de chegada em casa mais ou menos às 13:30.
Repetiremos esse passeio, com a sugestão de parada de retorno no Bar do Brejo, onde contamos com os pequenos mas eficientes chuveirinhos que nos darão mais ânimo e menos desgaste na volta.

12 Bikeiros participaram: Gundo, Almir, Reinaldo, Amigão, Rafinha, Negão, Jonathan, João, Josenildo e Teo pelo AquaBike;
Paulo e Júlio como convidados.

Informações:
Tempo pedalando: 3:48:27
Tempo do Passeio: 6:00:00
Distancia: 74 km
Veloc. Med: 19,4 km/h
Veloc. Max: 66 km/h
 
Dr. João
Próximo Passeio Pirapama – 27/03/2011