quarta-feira, 7 de março de 2012

Ciclistas reúnem-se no Recife para manifestação contra atropelamentos

Protesto é nacional e acontece em várias cidades brasileiras, nesta terça.
Grupo lembra mortes de ciclistas em SP, DF e PA, na semana passada.

Uma manifestação que acontece em várias capitais brasileiras, nesta terça-feira (06), tem também sua edição no Recife: cerca de cem cicloativistas, como se definem, se reuniram na Praça do Derby, área central da capital, para lembrar as mortes de ciclistas que aconteceram na semana passada - em São Paulo, Brasília e no Pará.
Ciclistas reúnem-se na Praça do Derby, no Recife, para protesto contra atropelamento de ciclistas (Foto: Luna Markman / G1)
O protesto é organizado pelo grupo Bicicletada Recife. Lúcio Flausino, um dos organizadores, dá nota cinco à capital pernambucana em termos de infraestrutura para ciclistas. "A estrutura é mínima e desconectada, além de não ter projetos interessantes para o deslocamento diário", critica.
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O empresário Silvo Monte andava de bicicleta quando foi atropelado, uma semana antes do Natal de 2011, na via local da Avenida Agamenon Magalhães, uma das mais movimentadas do município. "Felizmente, os danos foram apenas materiais, não fiquei ferido. Mas isso mostra que falta ainda muito respeito dos motoristas", falou.

Há três anos, o Bicicletada Recife, que tem 500 seguidores no Facebook, reúne ciclistas para um passeio na última sexta-feira do mês.
Silvio Monte foi atropelado no final do ano passado e resolveu participar da Bicicletada Recife para pedir mais respeito aos ciclistas (Foto: Luna Markman / G1)
O grupo partiu da Praça do Derby por volta das 20h. No cruzamento das avenidas Agamenon Magalhães e Governador Carlos de Lima Cavalcanti, várias pessoas deitaram-se no chão para lembrar os ciclistas que morrem atropelados no trânsito.
Ciclistas deitam-se no chão em sinal de protesto contra os atropelamentos (Foto: Luna Markman/G1)

Fonte: G1

domingo, 4 de março de 2012

Vamos todos abraçarem essa causa, Não podemos ficar de braços cruzados!

Internautas organizam bicicletada para protestar contra mortes
Ciclistas de 12 cidades pretendem sair às ruas na próxima terça-feira (6) para protestar contra a morte de três pessoas atropeladas na última sexta-feira (2) no Brasil. Além da bióloga Juliana Dias, 33 anos, que morreu após ser atropelada por um ônibus quando trafegava pela avenida Paulista, em São Paulo, pelo menos outros dois ciclistas morreram na semana passada, um deles em Brasília (DF) e outro em Belém (PA).
A Bicicletada Nacional é organizada pelas redes sociais - como Facebook e Twitter -, e o objetivo dos organizadores é promover um ato em solidariedade às vítimas em horários praticamente simultâneos nas seguintes cidades: em Aracaju (a partir das 20h, no Mirante da Treze de Julho); em Brasília (às 19h, na praça das Bicicletas, próxima ao Museu Nacional; em Curitiba (às 19h, no pátio da Reitoria da UFPR); em Maringá (às 19h, na praça da Catedral); em Florianópolis (às 19h, Skate Park Trindade); em Manaus (a partir das 19h30, no parque dos Bilhares); em Porto Alegre (as 19h, Largo Zumbi dos Palmares); em Caxias do Sul (às 19h, em frente a Prefeitura Municipal); em Recife (às 19h, na praça do Derby); no Rio de Janeiro (às 18h30, na Cinelândia); e em Salvador (às 19h, Largo da Mariquita).

Ciclistas protestam contra morte na avenida Paulista

Mulher em bicicleta morreu após ser atropelada por um ônibus na avenida Paulista, em São Paulo

Ciclistas e cicloativistas paulistanos realizaram protesto nesta sexta-feira à noite na avenida Paulista, local onde mais uma ciclista foi morta ao ser atropelada por um ônibus nesta sexta-feira (02) em São Paulo.
A ciclista Juliana Ingrid Dias, 33, era bióloga do Hospital Sírio-Libanês. Segundo o hospital, ela exercia função de analista de laboratório no Banco Público de Sangue de Cordão Umbilical. O hospital disse, em nota, que "a direção, funcionários e amigos compartilham com a família o pesar pelo seu falecimento."
"Infelizmente precisa morrer gente para todos perceberem o desrespeito que há com o ciclista", lamentou Maurício Longuini, de 34 anos, um dos 1.500 ciclistas que fizeram o protesto.
"O motorista profissional é nosso pior inimigo. Taxistas e motoristas de ônibus são os que mais desrespeitam ciclistas. Como eles estão trabalhando, acham que pode tudo", afirmou o cicloativista William Silva. Segundo ele, em São Paulo há cerca de 7 mil cicloativistas, que não encontram espaços nas ruas da cidade. "A Paulista é uma das vias de risco máximo ao ciclista, assim como a 23 de Março".
Fonte: Ig- Ultimo Segundo





quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Trilha do Cavaleiro sem Cabeça

Uma trilha elaborada do dia para a noite, essa trilha noturna já queríamos fazer a muito tempo só faltava coragem.
É uma trilha com ótimos estradões, com muitas descidas e com algumas subidas, mas com uma subida de tirar o fôlego.
Tivemos poucos trechos de mata fechada, mas a próxima será mais radical e o Sergio Hazin já esta programando uma trilha noturna em Aldeia.

Participaram 17 trilheiros.
Grupos: Race Bike, Guará Bike, Hazin’s Ecoaventuras e Pernambuco Imortal
Distancia: 13 km
Vel. Media: 10,4 km/h
Vel. Max: 33,1 km/h
Tempo do pedal: 1:21:28
Tempo total: 2:00:00
Resenha: Gundo  Fotos: Stenurwood